
Aliados do presidente Lula estabeleceram o início de 2026 como prazo para reverter a baixa popularidade do governo. A avaliação positiva precisa chegar a 40% para que o petista assuma a intenção de disputar um quarto mandato. Hoje, pesquisas como a Genial/Quaest e o Datafolha mostram queda na aprovação e recorde de reprovação.
A principal aposta para virar o jogo está na economia: isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, novo consignado, ampliação do Minha Casa Minha Vida e programas como Farmácia Popular e Pé-de-Meia. Também há uma campanha nacionalista — "Brasil dos brasileiros" — para atrair eleitores fora da base do PT.
Em evento recente, Lula criticou políticas do presidente dos EUA, Donald Trump, em estratégia semelhante à de outros líderes que reagiram ao governo americano e viram aprovação subir. Internamente, o PT ainda não trabalha com plano B, mas nomes como Haddad, Camilo Santana, Gleisi, Rui Costa e Alckmin são cogitados.
Apesar do cenário, aliados lembram que Bolsonaro tinha aprovação ainda menor em 2021 e quase venceu Lula em 2022. A expectativa é de estagnação agora, com possível alta da popularidade no segundo semestre, sustentada por entregas e comunicação mais alinhada.