
Sob comando do interino Marcão, o Fluminense tinha o objetivo era deixar um terreno saudável para o novo treinador — e foi cumprido. Mais do que vencer por 1 a 0, o duelo na Colômbia evidenciou os sinais positivos e negativos que precisarão ser potencializados e corrigidos respectivamente, pelo novo comandante.
Cano foi o autor do gol do Fluminense que abriu o placar contra o Once Caldas, a sua maior vítima na carreira. Agora são 12 gols contra os colombianos.
Depois que se acostumou com a altitude de 2.160 metros acima do nível do mar e com o ritmo do jogo, o Fluminense conseguiu se fazer mais presente no ataque, algo que não acontecia antes. Apesar do sufoco em alguns momentos, o placar poderia ser maior. Neste caso, é preciso levar em consideração a fragilidade do adversário, mas seria injusto não dar méritos a Marcão.
Uma estreia para esquecer. Mais do que a derrota, o desempenho do Cruzeiro, contra o Unión, na Argentina, foi muito abaixo do potencial dos jogadores. O gol no último lance foi merecido, dentro do que as equipes produziram em campo.
Com mudanças em todos os setores de linha (Villalba na defesa, Lucas Romero e Christian no meio, além de Lautaro Díaz no ataque), o Cruzeiro foi dominado por mais de 70 minutos na partida e acabou não produzindo para vencer.
Já o Atlético-MG mostrou inteligência para jogar na altitude de Cusco, no Peru. Diante do Cienciano, criou para vencer. Pecou no detalhe - parou na trave - e ficou no empate sem gols na terça-feira, pela rodada de abertura do Grupo H da Sul-Americana.
Com informações de ge